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	<title>Ecologia Online &#187; Arvores Nativas</title>
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	<description>reciclagem, meio ambiente, fauna e flora</description>
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		<title>Qual a planta usar para?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arvores Nativas]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual a planta usar para&#8230;..? Uma das perguntas que mais circula por aqui&#8230;
Primeiramente quero dizer que algumas destas plantas já tem eficácia comprovada através de estudos, outras nem passaram pelos laboratórios ainda e seguem como indicações populares com efeitos desconhecidos, tratem-nas como curiosidade e busque muitas informações e orientações antes de usar qualquer coisa. Afinal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a planta usar para&#8230;..? Uma das perguntas que mais circula por aqui&#8230;<br />
Primeiramente quero dizer que algumas destas plantas já tem eficácia comprovada através de estudos, outras nem passaram pelos laboratórios ainda e seguem como indicações populares com efeitos desconhecidos, tratem-nas como curiosidade e busque muitas informações e orientações antes de usar qualquer coisa. Afinal não é tudo que o povo diz que funciona, algumas plantas são perigosas podendo causar mais danos que beneficios e por isso todo cuidado é pouco..<br />
Em segundo plano, gostaria de salientar que é importante se tratar adequadamente e que persistindo sintomas deve-se procurar de imediato o médico que é o úico profissional habilitado para indicar o que vai com certeza curar qualquer doença ou mal estar que você tenha.<br />
Não faça uso contínuo de qualquer planta medicinal sem orientação profissional, no caso você deverá procurar um fitoterapeuta para maiores informações. Repetindo:<br />
NÃO USEM SEM ORIENTAÇÕES ADEQUADAS, de um médico, homeopata ou fitoterapeuta:<br />
ACELGA – bom para gastrite e dor de estômago.<br />
ALFAVACA – bom para o tratamento da cistite.<br />
ALHO COM LIMÃO – combate gripe e resfriado.<br />
ANIS – cólicas e estimulante estomacal.<br />
BALDRUEGA – Contém ômega 3, combate os radicais livres, causadores do<br />
envelhecimento das células. Usa-se em chá e também em forma de salada junto com as<br />
refeições.<br />
BALEEIRA – Combate a infecção.<br />
BARBATIMÃO (CHÁ DA CASCA) – combate o corrimento genital.<br />
CACHETEIRA (FOLHA) – Para diabetes<br />
CALÊNDULA – para assaduras em crianças.<br />
CAMOMILA – Anti-inflamatório, calmante e clareia o cabelo.<br />
CAPIM-GORDURA – bom para reumatismo, artrite e artrose.<br />
CAVALINHA – bom para a próstata e problema renal.<br />
ERVA DE PASSARINHO – tosse bronquite e pneumonia.<br />
FEIJÃO DE VAGEM (VAGEM VERDE) – bom para diabetes e é diurético.<br />
FOLHAS DE AMOREIRA – reposição hormonal natural.<br />
GUARANÁ E GENGIBRE – protege e fortalece o corpo contra gripe.<br />
HORTELÃ – estimulante estomacal. Alivia cólica nervosa e fadiga em geral.<br />
INSULINA TREPADEIRA – para diabetes (obs: folha redonda).<br />
LARANJEIRA (FOLHA) – calmante natural e contra a febre.<br />
LOSNA – vermífugo carminativo. Elimina gases e distúrbios digestivos. Contra-indicado<br />
para gestantes.<br />
SETE SANGRIAS – febre, angina no peito e anti-esclerose.<br />
SORO CASEIRO – Coloca-se uma pitada de sal de açúcar em meio copo de água.<br />
TOMILHO – antidiabético natural.<br />
UNHA DE GATO – anti-inflamatório. Bom para sinusite, rinite e amigdalite. Também é um<br />
tônico.<br />
ABACATEIRO – (PERSES GRATISSIMA) – sua folha é um diurético natural.</p>
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		<title>Árvores nativas do Brasil &#8211; Peroba</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arvores Nativas]]></category>
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		<description><![CDATA[ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL
PEROBA
Nomes(primeiro científico depois os populares):
Paratecoma peroba &#8211; peroba, peroba-amarela, peroba-de-campos, ipê-peroba, peroba-manchada;
Paratecoma peroba
A peroba pode atingir entre 20-40 metros, suas folhas são compostas, digitadas, 5 folíolos de até 20 cm e suas flores são brancas, pequenas.
Seu fruto é uma Vagem cilíndrica de casca muito dura, que se abre em duas partes quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL<br />
PEROBA</p>
<p>Nomes(primeiro científico depois os populares):</p>
<p>Paratecoma peroba &#8211; peroba, peroba-amarela, peroba-de-campos, ipê-peroba, peroba-manchada;</p>
<p>Paratecoma peroba<br />
A peroba pode atingir entre 20-40 metros, suas folhas são compostas, digitadas, 5 folíolos de até 20 cm e suas flores são brancas, pequenas.<br />
Seu fruto é uma Vagem cilíndrica de casca muito dura, que se abre em duas partes quando madura e as sementes 3 cm, aladas por membrana transparente, com um tom amarelado.<br />
Paratecoma perobaÉ uma árvore de grande porte, e no passado foi muito procurada pela qualidade da madeira. Muitos fazendeiros em MG tinham o costume de preservar uma peroba adulta no meio do pasto para aproveitamento futuro da madeira, e isto contribuiu para a existência de exemplares muito antigos, da mesma forma que os Jequitibás. Na ultima foto aparece uma mata de perobas no Vale do Jequitinhonha, MG.</p>
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		<title>ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL &#8211; PEROBA</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 08:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arvores Nativas]]></category>
		<category><![CDATA[Paratecoma]]></category>
		<category><![CDATA[peroba]]></category>

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		<description><![CDATA[ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL &#8211; PEROBA
Nomes(primeiro científico depois os populares):
Paratecoma peroba &#8211; peroba, peroba-amarela, peroba-de-campos, ipê-peroba, peroba-manchada;
Paratecoma peroba
A peroba pode atingir entre 20-40 metros, suas folhas são compostas, digitadas, 5 folíolos de até 20 cm e suas flores são brancas, pequenas.
Seu fruto é uma Vagem cilíndrica de casca muito dura, que se abre em duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-214" style="float: left;" title="peroba" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/peroba.jpg" alt="peroba" width="69" height="92" />ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL &#8211; PEROBA</p>
<p>Nomes(primeiro científico depois os populares):</p>
<p>Paratecoma peroba &#8211; peroba, peroba-amarela, peroba-de-campos, ipê-peroba, peroba-manchada;</p>
<p><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-215" style="float: left;" title="peroba" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/peroba1.jpg" alt="peroba" width="116" height="94" />Paratecoma peroba<br />
A peroba pode atingir entre 20-40 metros, suas folhas são compostas, digitadas, 5 folíolos de até 20 cm e suas flores são brancas, pequenas.<br />
Seu fruto é uma Vagem cilíndrica de casca muito dura, que se abre em duas partes quando madura e as sementes 3 cm, aladas por membrana transparente, com um tom amarelado.<br />
Paratecoma perobaÉ uma árvore de grande porte, e no passado foi muito procurada pela qualidade da madeira. Muitos fazendeiros em MG tinham o costume de preservar uma peroba adulta no meio do pasto para aproveitamento futuro da madeira, e isto contribuiu para a existência de exemplares muito antigos, da mesma forma que os Jequitibás. Na ultima foto aparece uma mata de perobas no Vale do Jequitinhonha, MG.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL PAU-DE-VIOLA</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arvores Nativas]]></category>
		<category><![CDATA[pau-de-viola]]></category>

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		<description><![CDATA[ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL
PAU-DE-VIOLA
Nomes(primeiro científico depois os populares):
Cythalexyllum myrianthum &#8211; tucaneiro, pau-de-viola, baga-de-tucano, jacaraúba, pombeiro, tarumã-branco
Família: Verbenaceae
Distribuição geográfica: Bahia ao Rio Grande do Sul, na floresta pluvial atlântica e matas de galeria.
Filotaxia: Altura de 8-20 m, com tronco de 40-60 cm de diâmetro. Folhas subcoriáceas, face inferior de coloração mais clara e com nervuras pubescentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ÁRVORES NATIVAS DO BRASIL<br />
PAU-DE-VIOLA</p>
<p>Nomes(primeiro científico depois os populares):</p>
<p>Cythalexyllum myrianthum &#8211; tucaneiro, pau-de-viola, baga-de-tucano, jacaraúba, pombeiro, tarumã-branco</p>
<p><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-216" style="float: left;" title="paudeviola" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/paudeviola-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" />Família: Verbenaceae<br />
Distribuição geográfica: Bahia ao Rio Grande do Sul, na floresta pluvial atlântica e matas de galeria.<br />
Filotaxia: Altura de 8-20 m, com tronco de 40-60 cm de diâmetro. Folhas subcoriáceas, face inferior de coloração mais clara e com nervuras pubescentes e de coloração marrom-clara, de 10-20 cm de comprimento por 3-7 cm de largura.<br />
Obtenção de sementes: Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea. Em seguida deixa-los amontoados alguns dias para iniciar sua decomposição e despolpá-los manualmente em peneira sob água corrente, deixando as sementes ao sol para secagem. Um quilograma de sementes contém aproximadamente 19.000 unidades. Sua viabilidade em armazenamento é superior a 6 meses.</p>
<p>Produção de mudas: Colocar as sementes para germinação, logo que colhidas e sem nenhum tratamento, em canteiros ou diretamente em recipientes individuais contendo substrato organo-argiloso e mantidos em ambiente semi-sombreado; cobri-las com uma fina camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 20-40 dias e, a taxa de germinação geralmente é superior a 80%. Transplantar as mudas dos canteiros para embalagens individuais quando alcançarem 4-6 cm, as quais atingirão o tamanho adequado para o plantio no local definitivo em menos de 4 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é bastante rápido, podendo atingir 4 m de altura aos 2 anos.</p>
<p align="justify">
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		<title>Árvores Nativas do Brasil &#8211; Pau Brasil Caesalpinia echinata</title>
		<link>http://www.ecologiaonline.com/arvores-nativas-do-brasil-pau-brasil-caesalpinia-echinata/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 02:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arvores Nativas]]></category>
		<category><![CDATA[pau Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Árvores Nativas do Brasil
Nomes(primeiro científico depois os populares):
Caesalpinia echinata &#8211; pau-brasil
Albizia hasslerii
A Caesalpinia echinata, pertencente à família Caesalpiniaceae, é conhecida como pau-brasil, ibirapitanga, orabutã, brasileto, ibirapiranga, ibirapita, ibirapitã, muirapiranga, pau-rosado, pau-de-pernambuco. A espécie ocorre desde o estado do Ceará até o Rio de Janeiro na floresta pluvial Atlântica.
Sua madeira é muito pesada, dura, compacta, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.ecologiaonline.com/arvores-nativas-do-brasil-pau-brasil-caesalpinia-echinata/paubrasil/' title='paubrasil'><img width="122" height="86" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/paubrasil.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="paubrasil" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/arvores-nativas-do-brasil-pau-brasil-caesalpinia-echinata/paubrasil1/' title='paubrasil1'><img width="135" height="101" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/paubrasil1.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="paubrasil1" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/arvores-nativas-do-brasil-pau-brasil-caesalpinia-echinata/paubrasil2/' title='paubrasil2'><img width="106" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/06/paubrasil2.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="paubrasil2" /></a>

<p>Árvores Nativas do Brasil<br />
Nomes(primeiro científico depois os populares):<br />
Caesalpinia echinata &#8211; pau-brasil</p>
<p>Albizia hasslerii</p>
<p>A Caesalpinia echinata, pertencente à família Caesalpiniaceae, é conhecida como pau-brasil, ibirapitanga, orabutã, brasileto, ibirapiranga, ibirapita, ibirapitã, muirapiranga, pau-rosado, pau-de-pernambuco. A espécie ocorre desde o estado do Ceará até o Rio de Janeiro na floresta pluvial Atlântica.</p>
<p>Sua madeira é muito pesada, dura, compacta, muito resistente, de textura fina, incorruptível, com alburno pouco espesso e diferenciado da cerne. É empregada atualmente para confecção de arcos de violino. Outrora foi muito utilizada na construção civil e naval e trabalhos de torno.</p>
<p>O principal valor do pau-brasil é a extração de um princípio colorante denominado brasileína, extraído do lenho e muito usado para tingir tecidos e fabricar tinta para escrever. A sua exploração intensa gerou muita riqueza ao reino e caracterizou um período econômico de nossa história, que estimulou a adoção do nome Brasil ao nosso país.<span id="more-128"></span></p>
<p>Planta ocorre preferencialmente em terrenos secos e inexiste na cordilheira marítima. É planta típica do interior da floresta primária densa, sendo rara nas formações secundárias.</p>
<p>Floresce a partir do final do mês de setembro, prolongando-se até meados de outubro. A maturação dos frutos ocorre nos meses de novembro a janeiro. A árvore é ótima para o paisagismo.</p>
<p>O pau-brasil é conhecido pelos brasileiros devido ao fato de ter originado o nome do nosso país, pelo ciclo econômico que ele representou ou pela grande ameaça de extinção que existe sobre ele. Sem dúvida, o pau-brasil representa um marco histórico do país, e no entanto, poucos têm conhecimento sobre seu ciclo econômico, as implicações históricas envolvidas e suas características botânicas.</p>
<p>Diante da exuberância encontrada pelos portugueses, estes descobriram a existência de uma riqueza para eles inesgotável: o pau-brasil. Os índios brasileiros já utilizavam esta árvore para a confecção de arcos, flexas, e para pintura de enfeites, com um corante vermelho intenso extraído do cerne. A técnica foi ensinada aos portugueses pelos próprios índios, que também foram encarregados de cortar, aparar e arrastar as árvores até o litoral, onde carregavam os navios a serem enviados para a Europa.</p>
<p>O ciclo econômico teve início em 1503 e até 30 anos após a chegada dos portugueses, era o único recurso explorado pelos colonizadores. Nesse período calcula-se que foram exploradas 300 toneladas de madeira por ano, sempre aumentando nos anos posteriores. Com a exploração, a terra do pau-brasil tornou-se de muita importância, e em pouco tempo Pindorama (denominação tupi que significa Terra das Palmeiras), oscilou entre os nomes oficiais Ilha de Vera Cruz, Terra de Santa Cruz, Terra do Brasil e logo em seguida apenas por Brasil.</p>
<p>Este processo de exploração conjunta e contínua consistiu nesse período, possivelmente, na retirada mais intensa e devastadora que se ouviu falar na história do Brasil. Essa prática não se limitou ao pau-brasil, sendo que outras essências foram eliminadas das reservas florestais localizadas mais no interior da Floresta Atlântica. O término do ciclo econômico, no século 19, foi determinado pela quase inexistência da espécie nas matas e pela descoberta de corante artificial correspondente. Foram 375 anos de exploração, e por muito tempo extraiu-se a &#8220;brasileína&#8221; que dava cor às roupas da nobreza e utilizada como tinta de escrever, e além do corante, a madeira do pau-brasil era utilizado nas indústrias civil e naval.</p>
<p>O ciclo econômico do pau-brasil, se concentrou exclusivamente na Floresta Atlântica, sua área original. De sua atividade restou uma floresta devastada, até a quase extinção da espécie com capoeiras de florestas secundárias e terras que passaram a ser utilizadas na plantação da cana-de-açúcar. Desde o início de sua exploração, restou após 500 anos da chegada dos portugueses, menos de 3% de Floresta Atlântica. Assim, os colonizadores criaram um modelo de devastação, que se fixou profundamente nos sistemas sócio-econômicos seguintes.</p>
<p>Foi necessário a sua quase extinção para que o pau-brasil fosse reconhecido oficialmente na história brasileira. Em 1961, o presidente Jânio Quadros aprovou um projeto declarando o pau-brasil como árvore símbolo nacional e o ipê como flor símbolo.</p>
<p>É realizado um substituto do projeto n.º 1006, de 1972, por meio da lei n.º 6507 de 07/12/1978, declarando o pau-brasil a Árvore Nacional, e instituindo o dia 03 de maio como o dia do pau-brasil.</p>
<p>O pau-brasil possui a casca pardo-acinzentada, ou pardo-rosada nas partes destacadas, e cerne (miolo) vermelho, cor de brasa. Atinge até 30 m de altura (dados da literatura indicam que podem chegar até 40 metros) e 1,5 m de circunferência.</p>
<p>Raramente é encontrada em formações secundárias e atualmente, através de levantamentos científicos, poucos exemplares de pau-brasil nascidos em natureza, ocorrem nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte.</p>
<p>O pau-brasil era considerado extinto, quando em 1928 o estudante de agronomia João Vasconcelos Sobrinho e o professor de botânica Bento Pickel, verificaram a presença de uma árvore de pau-brasil, num local chamado Engenho São Bento, hoje sede da Estação Ecológica da Tapacurá da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRP).</p>
<p>Atualmente, a espécie está tão ameaçada quanto outras de ocorrência na Floresta Atlântica, que mesmo sendo um dos ecossistemas de maior diversidade é um dos mais ameaçados do planeta. Devido ao esforço de pessoas como o Prof. Roldão Siqueira Fontes e apoiados pela direção da UFRPE (sede da Estação Ecológica do Tapacurá), lançaram em 1972 uma Campanha Nacional em defesa do pau-brasil, recuperando a memória histórica e desencadeando a produção de mudas em todo o país. No dia 03 de maio é comemorado o Dia do Pau-Brasil.</p>
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