<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ecologia Online &#187; Crustáceos</title>
	<atom:link href="http://www.ecologiaonline.com/category/crustaceos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ecologiaonline.com</link>
	<description>reciclagem, meio ambiente, fauna e flora</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 18:01:04 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>CRUSTÁCEOS &#8211; Animais invertebrados. O grupo é bastante numeroso e diversificado</title>
		<link>http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/</link>
		<comments>http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 10:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crustáceos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecologiaonline.com/?p=487</guid>
		<description><![CDATA[
Animais invertebrados. O grupo é bastante numeroso e diversificado e inclui cerca de 50.000 espécies descritas. A maioria dos crustáceos são organismos marinhos, como as lagostas, camarões e as cracas e percebes, tatuís ou Emerita brasiliensis (que vivem enterrados nas areias das praias do Brasil), os siris e os caranguejos, mas também existem crustáceos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<a href='http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/attachment/342/' title='342'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/342-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="342" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/attachment/343/' title='343'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/343-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="343" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/attachment/344/' title='344'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/344-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="344" /></a>
</p>
<p align="justify">Animais invertebrados. O grupo é bastante numeroso e diversificado e inclui cerca de 50.000 espécies descritas. A maioria dos crustáceos são organismos marinhos, como as lagostas, camarões e as cracas e percebes, tatuís ou <em>Emerita brasiliensis</em> (que vivem enterrados nas areias das praias do Brasil), os siris e os caranguejos, mas também existem crustáceos de água doce, como a pulga da água (<em>Daphnia</em>) e o <span class="new">camarão do Rio São Francisco</span> do estado da Bahia (Brasil) e mesmo crustáceos terrestres como o bicho-da-conta e o tatuzinho de jardim que habita as terras brasileiras. Podem encontrar-se crustáceos em praticamente todos os ambientes do mundo, desde as fossas abissais dos oceanos, até glaciares e lagoas temporárias dos desertos.</p>
<p align="justify">Os crustáceos (do latim <em>crusta</em> = carapaça dura) têm um exosqueleto de quitina e outras proteínas, ao qual se prendem os músculos. Para poderem crescer, estes animais têm de se desfazer do exosqueleto &#8220;apertado&#8221; e formar um novo, a muda ou <em>ecdise</em>. Por esta razão, foi formado um grupo sistemático para englobar todos os animais que mudam o exosqueleto, os <strong>Ecdysozoa</strong>, que inclui os artrópodes, os nemátodes, os Nematomorpha, os Tardigrada, os Onychophora e os <span class="new">Cephalorhyncha</span>. Esse exoesqueleto é também apropriado para que esses animais não se desidratem quando estão expostos ao sol.</p>
<p align="justify">Os crustáceos têm geralmente o corpo segmentado como os anelídeos, com um par de apêndices em cada segmento. O corpo é geralmente dividido em cabeça, tórax e abdómen; a fusão de segmentos é comum e, em certos grupos de crustáceos, a cabeça e o tórax encontram-se fundidos no que geralmente se chama o cefalotórax.</p>
<p align="justify">Tipicamente apresentam dois pares de antenas na cabeça, pelo menos na fase larvar, olhos compostos, três pares de apêndices bucais e um télson no último segmento abdominal. Os apêndices são tipicamente birramosos, com exceção do primeiro par de antenas.</p>
<p align="justify">O sistema nervoso dos crustáceos é parecido com o dos anelídeos, com um gânglio &#8220;cerebral&#8221;, um <span class="new">anel nervoso</span> à volta da faringe e um par de <span class="new">cordões nervosos</span> na região ventral, com gânglios em cada segmento.</p>
<p align="justify">Tal como todos os artrópodes, os crustáceos são <span class="new">eucelomados</span>, ou seja, possuem um celoma formado por <span class="new">esquizocelia</span> (como em todos os protostómios), mas neste sub-filo o celoma encontra-se muito reduzido e normalmente contém apenas os sistemas reprodutor e excretor. Os resíduos metabólicos, recolhidos pelo sangue e presentes nas hemoceles, são excretados pelas glândulas verdes ou antenais, presentes no cefalotórax e que se abrem nos poros excretores, localizados perto das inserções das antenas.</p>
<p align="justify">Os crustáceos têm um sistema circulatório aberto: o sangue (ou hemolinfa) banha os órgãos internos &#8211; que se encontram numa cavidade denominada hemocélio &#8211; e é bombeado para dentro e fora do coração através de orifícios chamados óstios. As espécies menores respiram por difusão dos gases através da superfície do corpo, mas as maiores possuem brânquias.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">A maioria dos crustáceos têm sexos separados, que se podem distinguir como apêndices especializados, normalmente no último segmento toráxico. Algumas espécies apresentam mesmo dimorfismo sexual, não só em termos do tamanho, mas também de outras características: no caranguejo de mangal, <em>Scylla serrata</em>, uma espécie abundante da região indo-pacífica, a fêmea é maior que o macho e têm o abdomen mais largo, podendo assim incubar os ovos com maior segurança.</p>
<p align="justify">Durante a cópula, o macho transfere para a fêmea uma cápsula com os espermatozóides, denominada espermateca, que ela abre na altura em que liberta os óvulos. Os ovos são muitas vezes incubados pela fêmea até o embrião estar totalmente formado. Nos casos com crescimento por metamorfoses, os ovos libertam larvas que são geralmente pelágicas, fazendo parte do ictioplâncton.</p>
<p align="justify"><span class="mw-headline">Morfologia dos Crustáceos</span></p>
<p align="justify">Para além das características gerais, é importante mencionar os principais apêndices de um crustáceo típico, localizados dos lados de cada segmento e cujo número e aspecto são usados para a sua identificação.</p>
<div>
<ul>
<li>Na cabeça:
<ul>
<li>olhos geralmente compostos, como os dos insetos, mas colocados num pedúnculo, podendo mover-se;</li>
<li><span class="new">antênulas</span> ou 1<sup>as</sup> antenas (um par);</li>
<li>antenas ou 2<sup>as</sup> antenas (um par);</li>
<li><span class="new">mandíbula</span> ou 1<sup>a</sup> maxila (um par);</li>
<li>maxilas ou 2<sup>a</sup> e 3<sup>a</sup> maxila (um ou dois pares);</li>
</ul>
</li>
<li>No tórax:
<ul>
<li>maxilípedes ou “patas-maxilas” (0-3 pares);</li>
<li>pereópodes ou “patas-de-locomoção” (até 5 pares);</li>
</ul>
</li>
<li>No abdómen:
<ul>
<li>pleópodes ou “patas-nadadoras” (depende do número de segmentos) – muitas vezes com brânquias e outras adaptações para segurarem os ovos;</li>
<li>urópodes, que são o equivalente à cauda dos peixes, localizados no último segmento abdominal, o télson.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Estes apêndices são igualmente articulados e tipicamente birramosos; as suas partes típicas são:</p>
<div>
<ul>
<li>o <span class="new">protópode</span>, a porção que articula com o corpo do animal;</li>
<li>o <span class="new">exópode</span>, a porção seguinte, localizada do lado externo do corpo;</li>
<li>o <span class="new">endópode</span>, uma parte paralela ao exópode, localizada do lado interno do corpo;</li>
<li>os <span class="new">epípodes</span> e <span class="new">endites</span>, que são apêndices adicionais do protópode, os primeiros localizados no corpo do protópode, os segundos na sua extremidade.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Um apêndice com todas estas partes também se denomina <span class="new">filópode</span>.</p>
<p align="justify"><span class="mw-headline">Ontogenia e metamorfoses</span></p>
<p align="justify">Os crustáceos apresentam dois tipos de estratégias de desenvolvimento: (1) por crescimento directo do animal que emerge do ovo e (2) por metamorfoses, através duma série de fases larvares.</p>
<p align="justify">O crescimento directo pode ser simples, em que o animal apenas aumenta de tamanho até atingir a maturação sexual, ou <span class="new">anamórfico</span>, em que a morfologia do animal muda em cada muda, seja pelo aumento do número de segmentos ou de apêndices no corpo; por vezes, a primeira larva pode ser bastante diferente do adulto.</p>
<p align="justify">O crescimento por metamorfoses, em que as larvas são normalmente pelágicas, é uma estratégia de reprodução que assegura a maior dispersão da espécie.</p>
<p align="justify">Os crustáceos apresentam três tipos básicos de larvas:</p>
<div>
<ul>
<li>Nauplius – formado por três segmentos <span class="new">cefálicos</span> com os apêndices típicos da cabeça, <span class="new">antênulas</span>, antenas e mandíbulas e com um único olho na parte central do corpo; o <span class="new">tronco</span> começa sem segmentação, mas em cada muda vão aparecendo novos segmentos, no último dos quais se encontra um télson birramoso; a cabeça é protegida por um “escudo cefálico”, um princípio de carapaça. Em algumas espécies, o <span class="new">olho naupliar</span> é conservado nos adultos.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Os restantes dois tipos de larvas encontram-se apenas nos membros do grupo Malacostraca, ao qual pertencem os camarões e caranguejos:</p>
<div>
<ul>
<li><span class="new">Zoea</span> – é uma forma com uma grande carapaça, que protege a cabeça e parte do tórax, um abdomen segmentado e com um telson bem desenvolvido; os olhos compostos formam-se nesta fase; apresenta <span class="new">exópodes</span> natatórios nos apêndices tráxicos, mas os pleópodes estão ausentes ou pouco desenvolvidos.</li>
<li><span class="new">Mysis</span> – é ainda uma larva pelágica com apêndices birramosos em todos os segmentos toráxicos e abdominais; apresenta formas muito variadas, dependendo das espécies.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Existe ainda uma quarta forma que faz a transição para o estado adulto (nos crustáceos demersais é nesta fase que o animal se fixa no substrato) e que é muitas vezes considerada uma pós-larva:</p>
<div>
<ul>
<li><span class="new">Megalopa</span> &#8211; caracteriza-se por apresentar pleópodes nos segmentos abdominais.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">As diferenças no aspecto das várias larvas dos crustáceos levaram no passado a considerá-las espécies separadas. Foi só quando os investigadores começaram a criar larvas em aquários e observaram as suas metamorfoses que foi possível identificar todas estas fases; no entanto, esta criação é difícil, uma vez que as diferentes larvas podem requerer condições diferentes e, por essa razão, ainda subsistem muitas espécies para as quais não se conhece completamente o ciclo de vida.</p>
<p align="justify"><span class="mw-headline">Taxonomia</span></p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width: 252px;"></div>
</div>
<p align="justify">A classificação científica dos crustáceos não está inteiramente estabelecida, uma vez que, devido ao grande número e diversidade de espécies e formas, as relações evolutivas não são claras.</p>
<p align="justify">A lista que segue trata como classes os diferentes grupos geralmente considerados como clades dos crustáceos e é a recomendada pela ITIS (Integrated Taxonomic Information System ou Sistema Integrado de Informação Taxonómica).</p>
<p align="justify"><strong>Subfilo Crustacea ou Crustaceomorpha</strong></p>
<div>
<ul>
<li>Classe Remipedia
<ul>
<li>Ordem <span class="new">Enantiopoda</span></li>
<li>Ordem <span class="new">Nectiopoda</span></li>
</ul>
</li>
<li>Classe Cephalocarida
<ul>
<li>Ordem Brachypoda</li>
</ul>
</li>
<li>Classe Branchiopoda
<ul>
<li>Subclasse <span class="new">Phyllopoda</span></li>
<li>Subclasse <span class="new">Sarsostraca</span></li>
</ul>
</li>
<li>Classe Ostracoda
<ul>
<li>Subclasse <span class="new">Myodocopa</span></li>
<li>Subclasse <span class="new">Podocopa</span></li>
</ul>
</li>
<li>Classe Maxillopoda
<ul>
<li>Subclasse <span class="new">Mystacocarida</span></li>
<li>Subclasse Copepoda</li>
<li>Subclasse <span class="new">Branchiura</span></li>
<li>Subclasse <span class="new">Pentastomida</span></li>
<li>Subclasse <span class="new">Tantulocarida</span></li>
<li>Subclasse <span class="new">Thecostraca</span> (Cirripedia &#8211; cracas e percebes)</li>
</ul>
</li>
<li>Classe Malacostraca
<ul>
<li>Subclasse <span class="new">Eumalacostraca</span></li>
<li>Subclasse Hoplocarida</li>
<li>Subclasse Phyllocarida</li>
</ul>
</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecologiaonline.com/crustaceos-animais-invertebrados-o-grupo-e-bastante-numeroso-e-diversificado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carangueijo &#8211; Do latim, Câncer e Carabus. Do grego, Karkinos</title>
		<link>http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/</link>
		<comments>http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 09:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crustáceos]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Carabus]]></category>
		<category><![CDATA[Carangueijo]]></category>
		<category><![CDATA[Karkinos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecologiaonline.com/?p=500</guid>
		<description><![CDATA[Do latim, Câncer e Carabus. Do grego, Karkinos. O nome aplica-se a todos os crustáceos, decápodes braquiúros, caracterizados por terem 5 pares de patas e o abdome dobrado por baixo do cefalotórax. Os ameríndios (indígena americano) chamavam de uçás, os caranguejos terrestres, com patas terminadas em unhas, e de siris as espécies aquáticas ou nadadoras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/attachment/346/' title='346'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/346-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="346" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/attachment/141/' title='141'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/141-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="141" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/attachment/243/' title='243'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/243-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="243" /></a>

<p>Do latim, Câncer e Carabus. Do grego, Karkinos. O nome aplica-se a todos os crustáceos, decápodes braquiúros, caracterizados por terem 5 pares de patas e o abdome dobrado por baixo do cefalotórax. Os ameríndios (indígena americano) chamavam de uçás, os caranguejos terrestres, com patas terminadas em unhas, e de siris as espécies aquáticas ou nadadoras, com o último par de patas terminadas em remo ou foliáceas. Essa divisão é mantida até hoje pelos pescadores. Os caranguejos alimentam-se de detritos, restos de carne etc. As espécies que vivem em manguezais costumam sair de suas tocas em grande número na época da reprodução, período do ano no qual são capturados aos milhares e vendidos nos mercados, sobretudo no Nordeste e no Pára. No sentido mais restrito, chamam-se caranguejos as espécies do gênero uçá, família dos ocipodídeos, cujo habitat é o lodo; e os siris as espécies marítimas, de tamanho menor, da família dos portunídeos. Várias espécies de caranguejos possuem nomes específicos, como aratu, guaiá, guaiamu e chama-maré. Os caranguejos geralmente não são capazes de nadar. O caranguejo-eremita ou paguro, aloja o abdome em conchas vazias de moluscos gastrópodes (caramujos), arrastando-se quando se desloca. O abdome está modificado, encaixando-se nas câmaras espiraladas da concha. O caranguejo-fantasma é um extraordinário corredor, podendo alcançar velocidade de 1.6 metros por segundo. Quando em velocidade máxima, o corpo fica bem levantado em relação ao substrato, que é tocado por apenas dois ou três pares de patas. Muitos caranguejos diminutos vivem no interior de animais maiores, como esponjas ou holotúrias .</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecologiaonline.com/carangueijo-do-latim-cancer-e-carabus-do-grego-karkinos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os camarões pertencem à família dos Peneídeos</title>
		<link>http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/</link>
		<comments>http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 09:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gumelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crustáceos]]></category>
		<category><![CDATA[camarões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecologiaonline.com/?p=495</guid>
		<description><![CDATA[Os camarões pertencem à família dos Peneídeos, que conta com numerosas espécies. Crustáceo que possui dez pernas e abdome alongado, é chamado de decápode macruro. Caracteriza-se pelas suas longas patas e pelo abdome não-dobrado por baixo da carapaça. Chegam a ter 20 centímetros de comprimento. Os camarões constituem esplendido alimento, rico em proteínas e sais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/attachment/345/' title='345'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/345-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="345" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/attachment/140/' title='140'><img width="150" height="150" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/140-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="140" /></a>
<a href='http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/attachment/242/' title='242'><img width="150" height="131" src="http://www.ecologiaonline.com/wp-content/uploads/2008/07/242-150x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="242" /></a>

<p>Os camarões pertencem à família dos Peneídeos, que conta com numerosas espécies. Crustáceo que possui dez pernas e abdome alongado, é chamado de decápode macruro. Caracteriza-se pelas suas longas patas e pelo abdome não-dobrado por baixo da carapaça. Chegam a ter 20 centímetros de comprimento. Os camarões constituem esplendido alimento, rico em proteínas e sais minerais. Possuem também certa percentagem de iodo. O camarão-verdadeiro (Penaeus brasiliensis) é de cor cinza-clara, sendo espécie muito freqüente entre nós. A fecundação dos camarões é externa, o macho fecunda os óvulos após a postura e os ovos são mantidos entre as pernas abdominais da fêmea, durante todo o período da incubação. Algumas espécies são conhecidas:O Camarão-Rosa (Penaeus brasiliensis) trata-se de um camarão de cor vermelha-escura, com pontuação de cor ainda mais carregada. Chega a alcançar 18 centímetros de comprimento e é também chamado de camarão-branco ou vila-franca. O Camarão-Sete-Barbas (Xyphopenaeus krogeri), camarão que mede de 7 a 8 centímetros de comprimento. É erroneamente, chamado de &#8220;sete barbas&#8221;, pois tem apenas 6, sendo chamado na França &#8220;sixbarbes&#8221;. Encontrado em mares, junto das costas marítimas, nos leitos lamacentos dos riachos, rios e lagoas, bem como nos alagados deixados pelas marés. Geralmente habita o fundo e nada para frente com o auxílio dos pés abdominais, mas quando amedrontado, move-se rapidamente para trás. Existem camarões que se especializaram em limpar brânquias de peixes, removendo ectoparasitas e detritos, que usam como alimento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ecologiaonline.com/os-camaroes-pertencem-a-familia-dos-peneideos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
