Especialistas trabalham para identificar substancias anticancerígenas nas plantas Deschampsia antarctica e da Colobanthus quitensis, que crescem na Antártica essas duas gramídeas crescem apenas no continente gelado onde a exposição aos rais ultra violetas é maior devido ao buraco na camada de ozônio que se concentra principalmente naquela região. As substancias contidas nas plantas poderiam auxiliar no desenvolvimento de medicamentos contra o câncer e cremes anti-oxidantes.