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Responsabilidade social e sustentabilidade






Fazendo Sabão com Óleo de Cozinha

February 27th, 2008 · No Comments

Depois de usado, o óleo de cozinha pode ter dois destinos: dar uma enorme dor de cabeça e prejuízo para o seu bolso e para o meio ambiente ou se transformar em economia e, eventualmente, em receita extra. O primeiro caso ocorre quando você simplesmente descarta o óleo doméstico nos ralos e vasos sanitários. O acúmulo de gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos nas redes de coleta. No segundo caso está transformar esse mesmo óleo em sabão, por exemplo. O sabão pode ser feito em casa mesmo ou enviado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel.

Segundo a nutricionista Daysiellen Cabral, coordenadora do refeitório da Associação Paulista Sul da Escola Adventista, em São Paulo, fazer sabão em casa é como cozinhar. Com a prática, seguindo a mesma receita, o sabão vai ficando melhor. A proporção pode ser mantida para fazer mais ou menos sabão, de acordo com a quantidade de óleo usado disponível. Quanto mais o sabão curtir, melhor ele fica. É recomendado usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura, pois a soda cáustica pode causar queimaduras na pele. Confira as receitas:

Receita 1

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Camomila Nome científico

February 27th, 2008 · 4 Comments

NOME POPULAR: Camomila
Família: Asteraceae
Nome científico: e Matricaria Recutita, M.chamomilla L proparte, Chamomilla recutita L Rauschert


Indicações: gases estomacais ou intestinais, para atenuar alergias e doenças de pele e para acalmar. Utilizada para prevenir rachaduras de peles secas. Contra câimbras do estômago, ar preso, cólicas espasmódicas, constipação atônica, clorose, dismenorréia, febres, histerismo, indigestão e vermes intestinais. Na área de pediatria, é utilizada para acalmar, restaurar as forças, para combater verminoses e auxiliar digestivo. Utilizada na tensão pré-menstrual por seu efeito sedativo, relaxante muscular, contra insônia.

Contra-indicação: deve ter o uso moderado por gestantes ou pessoas alérgicas a algum de seus componentes.

Sua origem mais provável é a Europa, onde é muito comum nos jardins públicos. Sendo que as partes mais usadas são as flores e as folhas. Surpreende por suas utilidades: além de ornamental, produz um chá calmante e digestivo, suaviza a pele e embeleza os cabelos. Trata-se de uma das ervas mais antigas que a humanidade já utilizou. O intenso aroma despertou o interesse pela planta e antigos pesquisadores, atraídos pelo doce perfume, acabaram por descobrir várias das propriedades que tornaram a camomila tão famosa. Os antigos egípcios tratavam uma doença semelhante à malária com o chá de suas flores. Ficou muito conhecido também um tipo de vinho aromatizado com flores de camomila. Na Espanha, por exemplo, esse vinho era usado como digestivo.

Como lenda diz que atrai dinheiro se plantada ao redor da casa afasta o olho gordo; simboliza a prosperidade.

Pode ser usada das mais diversas formas, caseiro, culinário, Aromaterapia, pois seu óleo essencial é sedativo e anti-fúngico. Bom para queimaduras solares.

Efeitos colaterais como toda erva têm certas restrições de uso. Não deve ser utilizada por quem estiver fazendo tratamento radioterápico, pois como tem efeito anti-oxidante, a camomila impede que a radiação destrua as células sadias e as malignas.

Cultivo

É anual, possui uma haste ereta cresce de 25 a 50 cms com folhas delgadas e bem recortadas, suas flores lembram pequenas margaridas brancas. Planta de clima temperado, se dá bem em locais onde faça um pouco de frio,com sol pleno, solos bem drenados, argilo-arenosos e férteis; assegura a saúde das plantas ao redor, convive bem com as couves, cebolas, mentas e repolho.

Uso Medicinal

Os egípcios a usavam no tratamento da malária, devido a sua acção anti-inflamatória, é indicada para má digestão, cólica uterina, sedativa (infusão flores ou chá da flor de camomila); para queimaduras de sol (ajuda a refrescar a pele e evita o vermelhidão da pele), conjuntivite e olhos cansados (compressas com infusão do preparado das flores).

Para criança ajuda combater vermes. Como chá usado diáriamente diminui as dores musculares, tensão menstrual, stress e insônia, diarréia, inflamações das vias urinárias; misturado ao chá de hortelã com mel combate gripes e resfriados; banho com sachê de camomila é sedativo e restaurador de forças, e especial para hemorróidas.

Na forma de infusão é útil para o fígado, antialérgico, dores de reumatismos, nevralgias; ajuda a purificar o organismo e aliviar a irritação causada pela poluição. Age como sudorífico.

Não deve ser utilizada em doentes que tomem medicamentos com varfarina, pois os riscos de hemorragia são aumentados.

Estético

A camomila é vulgarmente utilizada para aclarar o cabelo. A planta actua progressivamente nos pigmentos capilares de forma a atribuir ao cabelo um tom mais claro, chegando mesmo ao louro natural. Existem disponíveis no mercado dezenas de champôs de camomila e ainda outras loções aclaradoras que também recorrem a este processo natural.

A camomila é, igualmente, muito utilizada em cremes, devido à acção suavizadora da pele. Em determinados casos, a camomila actua na pele atribuíndo-lhe luminosidade e retirando o ar seco e envelhecido.

Aviso: Este site é apenas informativo, todas as informações foram colhidas na Internet, livros e revistas. NÃO UTILIZE ERVAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA. O uso indevido é de responsabilidade do usuário, auto medicação traz grandes riscos à saúde.

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Calêndula, mal-me-quer, maravilha Família: Asteraceae Compositae Nome científico: Calendula officinalis

February 27th, 2008 · No Comments


NOME POPULAR: Calêndula, mal-me-quer, maravilha
Família: Asteraceae Compositae

Nome científico: Calendula officinalis

 

Indicações: expectorante, anti-sépticas e cicatrizantes. Anti-ictérica, antiscorbútica, anti-oftalmica, excitante, emenagoga, antispasmódica..
Fonte de iodo orgânico, responsável por suas propriedades anti-sépticas, impede a formação de pus em cortes e queimaduras, favorecendo a granulação dos tecidos que apressam a cicatrização. Bom para contusões e frieiras.
Óleo para luxações, veias congestionadas, úlceras externas e problemas de pele: colocar um punhado de flores num pote de vidro com 1 xícara de azeite de oliva. Deixar em janela ensolarada e sacudir de vez em quando. Pronto de 1 semana a um mês após.
A infusão da flor é boa para a digestão; também a infusão é recomendável para lavar a boca, contra as doenças das gengivas. Excelente em loções para o rosto, como a receita a seguir: 1 xícara de flores frescas misturadas em 2 xícaras de leite morno. Deixar esfriar, coar, e conservar em geladeira até o uso. Aplicar na pele previamente lavada com vinagre de maçã.

Contra-indicação: em excesso, a planta pode provocar depressão, nervosismo, falta de apetite, náuseas e até vômitos.

Seu nome botânico deriva da crença de que parece estar sempre em flor, nos primeiros dias de cada mês (do latim calendas).Os antigos egípcios acreditavam que possuía propriedades de rejuvenescimento.Os hindus utilizavam-na para decorar altares e os persas e gregos guarneciam e aromatizavam a comida com suas pétalas douradas.
Uma das lendas que a envolvem diz que a memina que pisar descalça em suas pétalas, começará a entender a linguagem dos pássaros.
Seus poderes também sao invocados em sonhos premonitórios. Uma guirlanda de calêndulas na porta de entrada da casa espanta qualquer mal.
Outra crença popular sobre a calêndula é de que se não abrirem suas flores até 7 horas, pode aguardar chuva.

  • Pomada e tintura (uso externo): feitos com folhas e flores, usar sobre as partes afetadas 3 a 4 vezes por dia. A tintura, diluída com água destilada ou fervida, pode ser aplicada diretamente em ferimentos diversos, exercendo excelente ação cicatrizante, utiliza-se 1 a 2 partes de água para 1 de tintura.
  • Infusão: 2 colheres de sopa de flores em 1/2 l d’água (emanagogo) ou 2 colheres de sopa de flores em 1 xíc. de chá de água (contra acne). No primeiro caso toma-se 1 xíc. de chá antes de cada refeição principal, começando 8 dias antes da menstruação e no segundo caso toma-se 1/2 xíc. de chá de manhã e 1/2 xíc. à noite.
  • Cataplasma: folhas e flores tenras, socadas e empastadas, são aplicadas sobre ferimentos, sobre um pano limpo.

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Chá é importante saber como fazer, para obter o melhor resultado

February 22nd, 2008 · No Comments

A vida vegetal tem sido sustento e remédio para todas as espécies animais, em todos os tempos.
A busca e o uso de plantas com propriedades terapêuticas é uma prática milenar, atestada em vários tratados de fitoterapia das grandes civilizações há muito desaparecidas. O grande número de espécies medicinais hoje conhecidas é reflexo do grau de Antigüidade dos conhecimentos fitoterápicos e resultado de incontáveis erros e acertos.
No uso das ervas, plantas, flores e frutas e outras práticas de saúde, a Vemate esta ajudando a estabelecer a medicina do futuro, mergulhando na harmonia, no equilíbrio da Natureza, buscando nestas os princípios ativos em seu estado mais puro.

O Chá não deve ser tomado só quando estivermos doentes, pode ser tomado também como preventivo, fortalecendo o organismo contra doenças, aliviando o sistema digestivo e as demais funções, devendo sempre alternar os sabores.

As informações contidas nesta página possuem propósitos educativos e não tem a intenção de substituir cuidados médicos apropriados, diagnóstico ou prescrição.

Maneiras de Preparo dos chás:

Infusão: Despejar água fervendo sobre as ervas, numa vasilha, deixa-las em repouso durante 10 minutos abafadas.

Decocção: Colocar as ervas em água fria. O tempo de fervura varia de 5 a 10 minutos, retire a vasilha do fogo e conserve tapada. Após coar e tomar.

Maceração: Põe-se de molho as ervas em água fria, durante 12 horas, neste processo os sais minerais e vitaminas são mais aproveitados.

Cataplasma: Socam-se as plantas, formando uma papa que se coloca sobre o local dolorido, diretamente entre dois panos, quente, morno ou frio.

Gargarejos: Prepara-se o chá e enxágua-se bem a garganta, faz-se várias vezes ao dia.

Inalação: Põe-se as ervas para cozimento até fervura, aspirando-se em seguida o vapor.

Banhos: As ervas também se prestam, com bons resultados, para uso externo e interno, muito difundida pela hidroterapia.
Chás de Ervas

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ACEROLA – Família Malpighiaceae Nome científico: Malpighia emarginata

February 22nd, 2008 · 3 Comments


ACEROLA
Família Malpighiaceae Nome científico: Malpighia emarginata

No Brasil, o cultivo de acerolas teve um forte crescimento nos últimos vinte anos, sendo hoje uma importante cultura principalmente para a economia da Região Nordeste, assim como um impulso para a agroindústria de polpa de fruta congelada. A acerola, quando madura, tem uma variação de cor que vai do vermelho ao alaranjado, sua superfície é lisa ou divida em três gomos e possui três sementes no seu interior. O sabor do fruto é levemente ácido e o perfume é semelhante ao da maçã. Possui vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), cálcio, fósforo, ferro e principalmente vitamina C, que em algumas variedades, chega a ser de até 5 000 miligramas por 100 gramas de polpa. Este valor chega a ser cem vezes superior ao da laranja ou dez vezes ao da goiaba.

Combate gripes e previne debilidade, irritabilidade, fadiga e perda de apetite. Indicada para diminuir a ocorrência de doenças infecciosas e de dores musculares e articulares. Empregada contra hipovitaminose C, escorbuto, hemorragias nasais e gengivais, atua como adjuvante em tratamentos do fígado ou disenterias. Tem sido utilizada em tratamentos de afecções pulmonares em geral e, em particular, contra a tuberculose. Eficaz contra reumatismo e para acelerar processos de cicatrização de feridas. Fortalece o organismo como um todo e é eficiente no tratamento de anemia. Tem sido recomendada como ingrediente indispensável na dieta de lactentes, crianças e adolescentes, de gestantes e nutrizes e de pacientes desnutridos, convalescentes e em processo de desgaste físico.

Originárias das ilhas do Caribe, Antilhas da América Central e do Norte da América do Sul. A acerola é uma pequena do tamanho de uma Pitanga e é vermelhada. Ela é uma fruta enriquecida de vitaminas A, B1, B2 e B3 e minerais como cálcio, fósforo, ferro, magnésio e potássio.

A acerola é uma fruta do clima tropical, mas ela adapta-se bem em regiões do clima subtropical. E os solos profundos são os melhores. A fruta contém muitos nutrientes, com isso, torna-se o ciclo do cultivo mais curto e recebe menos agrotóxico.
A colheita deve ser feita a cada dois ou três dias, retirando os frutos maduros e todo o cuidado para não ter lesões no fruto.

A acerola é consumida ao natural, como sucos, sorvetes, doces, geléias e compotas. Pode ser misturado com outros sucos de frutas como, mamão, manga e laranja.

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AÇAI – Família Arecaceae Nome científico: Euterpe oleracea

February 21st, 2008 · 3 Comments


NOME POPULAR: AÇAI
Família Arecaceae
Nome científico: Euterpe oleracea

Conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleracea. É uma espécie nativa das várzeas da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará e Maranhão).

O açaí é um alimento muito importante na dieta dos habitantes da Amazônia, onde seu consumo remonta aos tempos pré-colombianos. Hoje em dia é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, sendo introduzido no resto do mercado nacional durante os anos oitenta e noventa.

O açaizeiro é muito semelhante à palmeira juçara (Euterpe edulis Mart.) da Mata Atlântica, diferenciando-se por crescer em touceiras de 3 a 25 estipes (troncos de palmeira). Da palmeira, tudo se aproveita: frutos (alimento e artesanato), folhas (coberturas de casas, trançados), estipe (ripas de telhado), raízes (vermífugo), palmito (alimento e remédio anti-hemorágico).

É consumido na forma de bebidas, doces, geléias e sorvetes. O fruto é colhido subindo-se na palmeira com o auxílio de uma trançado de folha amarrado aos pés – a peconha.

Para ser consumido, o açaí deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado manualmente (depois de ficar de molho na água), para que a polpa se solte, e misturada com água, se transforme em um suco grosso também conhecido como vinho do açaí.

A forma tradicional na Amazônia de tomar o açaí é gelado com farinha de mandioca ou tapioca. Há quem prefira fazer um pirão com farinha e comer com peixe assado ou camarão e mesmo os que preferem o suco com açúcar (ainda assim, bem mais grosso que qualquer suco servido no sudeste).

As sementes limpas são muito utilizadas para o artesanato. Quando descartadas, servem como adubo orgânico para plantas.

Nas demais regiões do Brasil, as pessoas consomem o açaí congelado e bastante aguado adicionando frutas, cereais e xarope de guaraná, o que não é bem visto pelos nativos da região Norte, que encaram a mistura como um desperdício de açaí. Conhecido como açaí na tigela, é um alimento muito apreciado por frequentadores de academias e desportistas.

Nutrientes para cada 100g :

  • Calorias: 247kcal
  • Proteínas: 3,8g
  • Lipídios: 12,2g
  • Fibra: 16,90g
  • Cálcio: 118mg
  • Ferro: 11mg
  • Fósforo: 0,5mg
  • Vitamina B1: 11,80
  • Vitamina B2: 0,36
  • Vitamina C: 0,01

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ABACAXI – Família bromeliáceas Nome científico: Ananas comosus L. Merril

February 21st, 2008 · 2 Comments


ABACAXI
Família bromeliáceas
Nome científico: Ananas comosus L. Merril

O abacaxi pode ser consumido ao natural ou industrializado, sob a forma de fatias ou pedaços em calda, abacaxizada, pedaços cristalizados, passa, picles, suco, xarope, geléia, licor, vinho, vinagre, aguardente. Todavia, os principais produtos são as fatias ou pedaços em calda, e o suco. Com o suco do abacaxi podem ser preparados refrescos, sorvetes, cremes, balas e bolos. Como subprodutos da industrialização do abacaxi, obtém-se álcool, ácido cítrico, ácido málico, ácido ascórbico, bromelina (enzima proteolítica que entra na composição de diversos medicamentos) e rações para animais; do restante da planta, são aproveitados industrialmente as fibras e o amido. O suco do abacaxi contém cerca de 12% de açúcar e 1% de ácidos orgânicos (principalmente ácido cítrico); é considerado boa fonte de vitaminas A e B1, bem como razoável fonte de vitamina C.

A fruta, a casca e mesmo as folhas são desobstruentes do fígado; favorecem a digestão, são depurativos do sangue e combatem a prisão de ventre.
Além de refrigerante geral, os seus xaropes são benéficos nas doenças respiratórias, bronquites e dores de garganta.
É desaconselhável durante a gravidez e nas doenças cutâneas.

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Macaúba Nomes: Acrocomia aculeata – macaúva, macaúba, macauveira, coco-de-espinho, macaíba

February 21st, 2008 · 11 Comments

Nomes: Acrocomia aculeata – macaúva, macaúba, macauveira, coco-de-espinho, macaíba

A macaúba, coco-baboso ou coco-de-espinho é uma palmeira nativa brasileira, encontrada principalmente na floresta latifoliada semidecídua, desde o Pará até São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Com altura até 15 m, a árvore é ornamental. Seus frutos são comestíveis, e de sua amêndoa se extrai um óleo fino semelhante ao da oliveira. Do miolo do tronco se faz uma fécula nutritiva, as folhas são forrageiras e têm fibras têxteis usadas para fazer redes e linhas de pescar. A madeira é usada em construções rurais.

Sua presença é indicativa de solos férteis.

O óleo da macaúba cada vez mais está sendo valorizado pelo mercado nacional e internacional, pois é refinadíssimo, tem valores nutricionais próximos ao azeite de oliva e seu potencial começou a ser descoberto pelas indústrias de cosméticos de alimentos.

Do processo de extração são obtidos dois tipos de óleo. O da polpa é esverdeado e aproveitado como biodiesel ou na indústria de cosméticos. Já o óleo da amêndoa, amarelado, é mais nobre, podendo ser consumido e também utilizado em produtos de beleza.

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Boldo – Família Monimiáceas Nome científico: Peumus boldus Mol

February 21st, 2008 · 7 Comments


NOME POPULAR: Boldo
Família Monimiáceas

Nome científico: Peumus boldus Mol

Indicações: como estimulante da digestão, no tratamento de enfermidades do fígado e gota.

Contra-indicação: não deve ser utilizado por pessoas com doenças graves do fígado.

Chile, onde o boldo forma verdadeiras matas de arvores com até 12 a 15 metros de altura em diversas regiões e no norte se restringe quase que exclusivamente à cordilheira costeira dos Andes.(Ao lado o foto do falso boldo que possui as mesmas propriedades do boldo chileno e é largamente utilizado no Brasil).

As matas de boldo no Chile são mais comuns até 900m de altitude, em geral sobre solos secos com exposição norte, pedregosos, sem terras finas. Outrora o vale longitudinal chileno possuía extensas matas nativas de boldo, mas hoje estão praticamente destruídas, Freqüentemente o gado é levado a pastar nas matas de boldo, o que dificulta ou impede a renovação natural desta planta quando o pastoreio é muito extenso.
Outros princípios ativos
Glicosídeos (glucoboldina ou boldoglucina); Flavonóides; Sitosterol; Ácido oléico, linoleico, linolênico ; substâncias minerais.

Atribuem-se ao boldo, incontáveis virtudes medicinais. Tônicas e excitantes, constituem em decocções medicamento especialmente indicado para afecções do fígado e do estômago.

De modo geral atuam contra as seguintes enfermidades: hepatites, litíase biliar, cólicas hepáticas e congestões do fígado, flatulência , dispepsia, dores de estômago, distúrbios gástricos e digestivos, inapetência, fraqueza orgânica, tonturas e insônia, prisão de ventre e cólicas intestinais, reumatismo e gonorréia.

Combate a má digestão, fortifica o estômago e os nervos. Combate a insônia, limpa as manchas da pele, especialmente as do rosto causadas por distúrbios do fígado.

Usa-se o cozimento do boldo externamente para banhos e pedilúvios no combate ao reumatismo, à hidropisia, afecções da pele, sífilis, blenorragia e a outras enfermidades semelhantes.

O boldo promove o aumento da produção e fluxo de bílis e regula a atividade da vesícula biliar.

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Arruda – Nome científico: Ruta graveolens, Ruta hortensis, Ruta latifolia

February 21st, 2008 · 1 Comment


NOME POPULAR: Arruda

Nome científico: Ruta graveolens, Ruta hortensis, Ruta latifolia

Indicações: remédio contra reumatismos, hipertensão, contra a falta de menstruação (que provoca menstruação) e cólicas menstruais, verminoses de diversos tipos e gases intestinais, nevralgias. Problemas cardíacos, hesteria, melhorar o apetite e a digestão.Também para tratar de dor de ouvido e problemas nos olhos. Reguladora da menstruação. Ameniza os efeitos da ressaca e também matar piolhos.

Contra-indicação: deve ser evitado por mulheres grávidas pois provoca o aborto. Deve ter o uso com bastante cautela e em pequenas doses por possuir efeito muito consistente. Em grandes quantidades pode ser tóxica, provocando dores intestinais e confusão mental.

De origem herbácea e com muitos ramos, ela cresce em touceiras e chega a atingir até 60cm de altura e compõe uma família que abrange em torno de 1600 espécies de arbustos e árvores, além de algumas herbáceas.

A arruda é uma planta de existência longa, que se renova a cada primavera. Suas folhas, de um bonito verde claro, contrastam com o amarelo-ouro de suas flores em ramalhete, dotadas de quatro pétalas, com exceção da flor central que possui cinco pétalas. Os frutos têm a forma de cápsulas arredondadas.

Toda a planta é dotada de um odor característico, forte, devido à presença de uma essência de sabor picante que, na maioria das vezes, permanece mascarado pelo próprio perfume. Na composição das folhas são encontrados princípios amargos, resina, goma, matérias tânicas e, sobretudo, um glucosídio denominado rutina.

Incontestavelmente a arruda é muito conhecida na medicina, seja científica ou popular, da mesma forma como está presente no folclore. Segundo o dito popular, a arruda serve para tirar o mau olhado das pessoas invejosas.

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